segunda-feira, 2 de março de 2026

MARCELO E MARCOS, O REPETECO

     Antes de ler essa postagem, recomendo que leia a primeira parte de Marcelo e Marcos, já narrada aqui.

    Era uma noite de terça-feira, saí para rua e na esquina de baixo encontrei o Marcelo e o Marcos sentados na calçada conversando. Me juntei a eles e começamos a conversar e  lembrar do que havia ocorrido na última vez que nos encontramos. Bateu uma vontade de fazer tudo de novo e Marcelo mostrou o pau duraço chamando para irmos a algum lugar. Apesar de eu estar morrendo de tesão, disse que seria melhor eles irem na minha casa no dia seguinte, pois de quarta-feira eu geralmente ficava sozinha. Combinei deles irem lá logo após o meio dia, que era o horário que eu chegava do colégio.

    No dia seguinte cheguei da escola às 11:30. Com o coração acelerado, tomei um banho, vesti uma calcinha branca, coloquei um shortinho fácil de tirar, passei um perfume e fiquei esperando meus garotos chegarem. Não demorou muito e a campainha tocou, eram eles, então fiz sinal para que entrassem. A televisão estava ligada, eles sentaram no sofá e eu fiquei no meio deles. Marcelo estava a minha direita, colocou o braço por trás do meu ombro e o Marcos ficava passando a mão na minha perna. Com a mão esquerda eu comecei a acariciar o pinto do Marcos, enquanto o Marcelo levantava a minha blusa e mordiscava meu peitinho, que já estava durinho de tesão.

   


Meu tesão estava incontrolável, o corpo todo arrepiado, então Marcelo tirou o pinto para fora, duro e quente, e eu me abaixei para chupar, virando meu bumbum na direção de Marcos, que começou a abaixar o meu shorts e viu que eu estava de calcinha. Lembro-me até hoje da indignação dele quando me viu pela primeira vez com calcinha:

    - Porra, que bundão!

    Marcos começou a encoxar minha bunda, enquanto o pinto do Marcelo latejava na minha boca, então eu me virei e comecei a chupar o Marquinhos, virando e oferecendo meu rabão para o Marcelo, que abaixou minha calcinha, passou saliva no meu cuzinho e começou a me penetrar. Ele tinha o pinto grosso, por isso pedi para que ele fosse mais devagar no começo. Senti a cabecinha entrar na medida que eu ia relaxando o bumbum e deixando a rola ir me penetrando centímetro por centímetro.

    Com a rola do Marcelo inteira dentro do meu cu, dei uma leve reboladinha e ele já entendeu que poderia começar a bombar. Sentia as estocadas firmes, ritmadas, batendo fundo no meu cu, fazendo meu bumbum tremer a cada impacto, enquanto o pinto do Marquinhos preenchia a minha boca. O telefone tocou e tive que sair para atender. Fiz sinal para os dois fazerem silêncio, era minha mãe. Marcelo ficou pelado, com as pernas abertas, sentado no sofá, pau duro apontando pro teto, mas Marcos não resistiu e foi atrás de mim. Enquanto eu falava no telefone, Marcos ficava enfiando o dedo no meu cu, que ainda estava quente e aberto pela rola do Marcelo. Depois começou a me encoxar até conseguir me penetrar e ficou bombando bem devagarinho, sem o menor barulho. Eu não podia falar nada, nem dar o menor sinal que tinha alguém comigo. Quando desliguei o telefone, virei, agarrei o Marcos e falei:

    - Seu doido! É putaria que você quer? Então vai ter putaria!

    Empurrei o Marcos no sofá, sentei no colo dele, direcionando o pinto para dentro do meu cuzinho e comecei a cavalgar. Marcelo ficou de pé e colocou o pinto na minha boca e eu fui lambendo a cabeça devagar, sentindo o gosto salgado do pré-gozo, depois engolindo mais fundo. Enquanto eu controlava o ritmo, era maravilhoso me sentir uma putinha desejada e ser usada pelos dois ao mesmo tempo. 

    Saí do colo do Marcos, me coloquei de quatro no chão para chupá-lo, empinando minha bunda e deixando o meu cu a mercê do Marcelo, que não perdeu tempo: segurou minha cintura, encaixou a rola no meu cuzinho e voltou a me foder. Enquanto eu sentia o caralho do Marcelo entrando e saindo do meu cu, eu chupava com vontade o Marquinhos, que não demorou muito para começar a se contorcer e a gozar na minha boca. Eu continuei chupando e fui engolindo cada gota, sentindo o pinto dele pulsando a cada jato na minha garganta.

    Marcelo continuava me comendo forte por trás e pedia para eu ir rebolando. Ele suava num ritmo acelerado e enquanto eu sentia as bolas dele batendo na minha bunda, eu abraçava o Marquinhos, me aninhando ao corpo dele e me sentindo confortável. Marcelo socou fundo, enterrou todo o caralho dentro de mim, tremendo foi deixando jatos de porra dentro do meu cu, que já estava ardendo de tanto prazer, mas ao mesmo tempo latejando gostoso, cheio de leite, sentindo cada gota quente se espalhando dentro de mim.

    Ele tirou o pau do meu rabo, vazando um pouco de porra do meu cu. Eu virei ajoelhada e fui chupar mais um pouco aquela rola deliciosa (eu já falei o quanto adoro chupar um pinto). Meu pintinho estava duro e todo babado tesão, então enquanto eu chupava o Marcelo, o Marquinhos começou a me punhetar com dois dedos enfiados no meu cu, que estava pleno de porra. Eu não aguentei e acabei gozando, derramando me leitinho ali no chão mesmo.

    Fomos os três ao banheiro para nos limparmos. Eu liguei o chuveiro e os chamei para tomar uma ducha comigo. Eles foram me lavando, ensaboando meu corpo e em troca eu passava minha bunda ensaboada no pinto deles. Fomos nos secar e pedi a eles para que fossem embora, pois meu tempo sozinha já estava acabando. Fui comer algo e passei o resto do dia em casa, no meu quarto, deitada na cama, com a lembrança do tesão e o cuzinho sensível e ardendo daquela tarde maravilhosa, meu verdadeiro troféu.


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