quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

9. UMA NOITE INUSITADA

    Paulo já estava com 18 anos e comprou um carro. Eu estava com 15 anos e continuava sendo a predileta dele. Toda vez que ele passava de carro na frente da minha casa, dava uma acelerada forte. Certa vez ele me chamou para dar uma volta ao entardecer e fomos explorar as ruas da região. Enquanto ele dirigia, eu já meti a mão por dentro da calca dele e fiquei acariciando aquele pau que ia tornando-se cada vez mais duro na minha mão.

    Estava começando a escurecer quando paramos na rua da pracinha da feira de terça, um lugar bem sossegado que logo ficaria deserto de vez. Ele inclinou um pouco o banco, abaixou a calça e pediu pediu para eu chupar. Me coloquei de quatro e fui abocanhar aquele pau maravilhoso, só que desta vez eu colocaria em prática tudo o que a Mara havia me ensinado. Como é gostoso chupar um pinto... Vocês não imaginam o quanto eu adoro fazer um boquete!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

8. MARA, MINHA MENTORA

     Havia uma mulher no início da rua chamada Mara, branca, com os cabelos bem pretos, levemente acima do peso, o que deixava seus peitos ainda maiores. Ela era casada com um motorista de ônibus de viagem, então a maioria do tempo ficava só, apenas acompanhada de seus dois filhos pequenos. Como eu tinha as tardes livres, muitas vezes ela me chamava para ficar na casa dela ajudando a olhas as crianças. Ela já havia percebido que eu era afeminada, então ela não se importava em andar pela casa apenas de calcinha ou camisola, deixando seus peitos livremente a mostra.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

7. MARCELO E MARCOS

         Tinha um garoto mais velho, que morava na esquina de baixo, se chamava Marcelo, branquinho, de cabelos cacheados bem escuros. Ele era doido para me comer, mas eu sempre me fazia de desentendida. Um dia resolvi dar uma chance ao destino e começamos a conversar, sentados na beira da calçada. Logo chegou um outro garoto, pouco mais novo que eu, Marquinhos, loirinho, de olhos verdes e cabelos cacheados, parecia um anjinho. Marquinhos morava mais abaixo, já do meio para o final da rua. Marcelo nos chamou para mostrar um lugar, onde ele gostava de ficar olhando para as nuvens e aceitamos.